Blog | APP - VALE DO PARAÍBA https://appvaledoparaiba.com.br Associação dos profissionais de propaganda do Vale do Paraíba Wed, 30 Sep 2026 19:25:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://appvaledoparaiba.com.br/wp-content/uploads/2025/03/cropped-icone-32x32.webp Blog | APP - VALE DO PARAÍBA https://appvaledoparaiba.com.br 32 32 Programa Embaixadores APP chega a 100 participantes e amplia conexão com o mercado https://appvaledoparaiba.com.br/2026/09/30/programa-embaixadores-app-chega-a-100-participantes-e-amplia-conexao-com-o-mercado/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/09/30/programa-embaixadores-app-chega-a-100-participantes-e-amplia-conexao-com-o-mercado/#respond Wed, 30 Sep 2026 19:25:19 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25131 Iniciativa que aproxima a formação acadêmica do mercado reúne universitários de diversas regiões do país, indicados por professores e coordenadores de instituições de ensino superior

O Programa Embaixadores da APP (Associação de Profissionais de Propaganda) alcançou, em 2026, um marco simbólico: 100 participantes, universitários de diversas regiões do país indicados por professores e coordenadores de instituições de ensino superior. Os Embaixadores APP integram o staff do Fest’Up, evento que reúne estudantes, profissionais e professores na ESPM e Belas Artes, em São Paulo, com cerca de 2 mil inscritos e mais de 60 apresentações, participando diretamente da operação e da experiência do público.

“É um momento especial, mais do que um crescimento numérico, a marca registra a expansão de uma iniciativa criada para aproximar a formação acadêmica da realidade e das transformações do mercado”, comenta Luiz Carlos Corrêa, VP de Educação e Desenvolvimento Profissional da APP Brasil.

O programa congrega a Comunicação de forma transversal e é destinado a estudantes de Publicidade e Propaganda, Marketing, Design Gráfico, Jornalismo, Mídias Digitais e Relações Públicas, entre outros cursos. “O Programa Embaixadores nasceu para criar uma ponte efetiva entre a formação acadêmica e o mercado. Chegar aos 100 participantes mostra que essa conexão faz sentido para os estudantes, para as instituições de ensino e para a própria APP, que amplia sua capacidade de dialogar com quem está construindo o futuro da Comunicação”, avalia Afonso Abelhão, presidente da APP Brasil.

Uma rede construída de forma colaborativa

As áreas de suporte ao Programa – Staff Team, com a Jornada do Embaixador, Conteúdo e Presença Digital, atuam de maneira integrada para acolher participantes, acompanhar sua trajetória e ampliar a presença do programa. A rede também se estende ao perfil @appembaixadores e ao LinkedIn.

“Quando pensamos no programa, não estamos falando apenas de uma estrutura para receber estudantes. Estamos construindo uma rede, na qual cada Embaixador contribui, produzindo e compartilhando. As áreas internas existem justamente para que essa experiência seja colaborativa e tenha continuidade”, explicam os diretores da APP Brasil, Amadeu Nogueira e Maria Teresa Arbulu, coordenadores do programa desde sua fase embrionária.

Conexão que também acontece presencialmente

O Encontro com Embaixadores humaniza uma relação que vem sendo construída ao longo de anos por tantos Diretores que se dedicaram ao Programa. “Neste primeiro encontro de forma presencial a gente deixa de ser apenas um perfil, um nome ou uma interação nas redes e passa a conhecer as pessoas, ouvir suas histórias e entender o que elas esperam da profissão”, destaca o Embaixador Matheus Ruas, diretor assistente.

Ser Embaixador de Marca não se resume a carregar um nome ou divulgar uma iniciativa. No caso do Programa Embaixadores, significa representar a APP, uma entidade longeva dentro do ecossistema da criativa indústria da Comunicação. Para o estudante, é também uma oportunidade de desenvolver repertório, relacionamento e protagonismo durante a formação acadêmica.

A chegada aos 100 participantes do Programa Embaixadores APP materializa uma rede que cresce mantendo a essência – aproximar o futuro profissional do mercado em que atuará, estreitando laços com a academia e criando conexões que possam beneficiar todas as partes integrantes da rede.

O Fest’Up São Paulo 2026 contou com o apoio de AlmapBBDO, Belas Artes, ESPM, Globo, Record, SBT e Starfly. O evento também reuniu o apoio institucional de ABMRA, AMPRO, AnaMid, Batuta Filmes, Grupo de Atendimento & Negócios (GAN), NEOOH e Paper, além de Amigos do Mercado, CreativosBR, Grandes Nomes da Propaganda, Marcas pelo Mundo e Propmark como media partners.

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APP Brasil realiza Fest’Up São Paulo 2026 com Serginho Groisman e grandes nomes do mercado, sob o tema Trilhas da Comunicação https://appvaledoparaiba.com.br/2026/09/10/app-brasil-realiza-festup-sao-paulo-2026-com-serginho-groisman-e-grandes-nomes-do-mercado-sob-o-tema-trilhas-da-comunicacao/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/09/10/app-brasil-realiza-festup-sao-paulo-2026-com-serginho-groisman-e-grandes-nomes-do-mercado-sob-o-tema-trilhas-da-comunicacao/#respond Thu, 10 Sep 2026 20:02:14 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25127 Evento acontece no dia 19 de setembro, simultaneamente nos campi da Belas Artes e ESPM, em São Paulo, reunindo estudantes, profissionais, agências e veículos em uma jornada de palestras e conteúdo sobre os múltiplos caminhos da comunicação

A APP Brasil realiza no dia 19 de setembro de 2026, das 8h às 17h, nas universidades Belas Artes e ESPM, o Fest’Up São Paulo 2026 – Trilhas da Comunicação. Com mais de 30 anos de tradição, o evento é reconhecido como um dos maiores encontros de comunicação voltados a estudantes do Brasil e chega a São Paulo após percorrer diversas cidades do país ao longo do ano, reunindo publicidade, branding, entretenimento, mídia e novas linguagens em um único dia de conteúdo, workshops e networking. As inscrições já estão abertas pelo link: sympla.com.br/evento/fest-up-sao-paulo-2026.

Um dos grandes destaques da edição é Serginho Groisman, um dos nomes mais respeitados e carismáticos da televisão brasileira, com mais de quatro décadas de carreira como jornalista, apresentador e produtor. Formado em Jornalismo pela FAAP, ele comanda desde 2000 as noites de sábado à frente do Altas Horas, programa que une música, debate e grandes nomes da cultura nacional, e leva ao Fest’Up sua vasta experiência em comunicação para uma conversa inteligente, descontraída e acolhedora com o público.

Entre os demais nomes confirmados no line-up está Caio Aidar, publicitário e fundador da CDR+ e da Mad Hit, agências responsáveis por campanhas para marcas como Wyda, New Holland e Fórmula Natural. Também sobem ao palco Thiago Madruga, diretor de Vendas e Trade Marketing da Paramount Pictures Brasil, que compartilha estratégias comerciais por trás de lançamentos do entretenimento, e Marcelo Benez, diretor de Publicidade da UOL, um dos maiores portais de conteúdo do país.

A trilha de dados e comportamento é representada por Adriana Hack, fundadora e diretora executiva da Casa Mundo Latam, consultoria de pesquisa e inteligência de mercado que atende marcas como Coca-Cola, Natura e Ambev, enquanto Leonardo Tristão, fundador e CEO da Performa_IT e criador do conceito PACE, discute o impacto da inteligência artificial na estratégia dos negócios. Completam essa frente Ulisses Zamboni, com 44 anos de trajetória em agências de publicidade, relações públicas e imprensa, e Heitor Caetano, diretor executivo de criação da agência Gana.

A grade também conta com José Soriano, coordenador de Relacionamento & Marca da Air Branding, e Caio Sposito, gerente de Inovação da Escape 60’. Já o painel “Território, tradição e tecnologia: os caminhos do novo OOH” reúne Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor, e Guilherme Meyer, CEO da VEX, para discutir os novos caminhos da mídia exterior, reforçando a proposta do Fest’Up de conectar diferentes frentes do mercado de comunicação.

Para Afonso Abelhão, presidente da APP Brasil, a edição 2026 promete ser mais uma página histórica do Fest’Up, reunindo conteúdo, conexões e oportunidades para quem quer entender para onde a comunicação está caminhando. “Ano após ano, o Fest’Up cresce e se consolida como um espaço de encontro entre gerações, e a presença de um nome como o de Serginho Groisman ao lado de tantos profissionais que estão moldando o mercado hoje mostra a força desse propósito. O tema deste ano, Trilhas da Comunicação, reflete exatamente isso: os múltiplos caminhos possíveis dentro do nosso mercado, e a certeza de que sempre há espaço para quem quer aprender e se reinventar”, afirma o presidente.

“O Fest’Up é um espaço onde o estudante encontra uma oportunidade real de aprender com os maiores nomes do mercado e, ao mesmo tempo, entender as diferentes trilhas que a comunicação oferece hoje”, destaca Luiz Carlos Corrêa, vice-presidente de Educação e Desenvolvimento Profissional da APP Brasil.

Trilhas da Comunicação

A cada edição, o Fest’Up propõe um tema que orienta sua curadoria de conteúdo. Em 2026, o festival apresenta Trilhas da Comunicação, conceito que reflete o cenário contemporâneo da publicidade, marcado por múltiplos caminhos, especializações e linguagens, da criação à estratégia, da performance à influência, do audiovisual ao social media. A escolha do tema também dialoga com um dado do próprio mercado: o curso de Publicidade e Propaganda está entre os mais procurados em universidades públicas do país, reflexo do interesse crescente por uma área que oferece cada vez mais frentes de atuação.

“O mercado de comunicação tem hoje diversos campos de atuação, e é exatamente isso que o Fest’Up 2026 representa: essas trilhas coexistindo no mesmo evento. O mercado está mudando, e os profissionais estão mudando junto, é esse movimento que quisemos traduzir na campanha”, explica Mariana Cruz, vice-presidente de Comunicação, Inovação e Tecnologia da APP Brasil, que coordenou toda a campanha de comunicação do Fest’Up, desenvolvida pela agência Paper.

Fest’Up São Paulo 2026 – Trilhas da Comunicação

Data: 19 de setembro de 2026, das 8h às 17h

Local: ESPM e Belas Artes – Rua Dr. Álvaro Alvim, Vila Mariana, São Paulo (SP)

Ingressos: sympla.com.br/evento/fest-up-sao-paulo-2026

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‘Eu mereço’ vira rotina: para 77% dos brasileiros, vida mais cansativa está redefinindo o consumo https://appvaledoparaiba.com.br/2026/08/13/eu-mereco-vira-rotina-para-77-dos-brasileiros-vida-mais-cansativa-esta-redefinindo-o-consumo/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/08/13/eu-mereco-vira-rotina-para-77-dos-brasileiros-vida-mais-cansativa-esta-redefinindo-o-consumo/#respond Thu, 13 Aug 2026 20:10:17 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25121 Pesquisa da Casa Mundo Latam analisa como a busca por alívio deixa de ser pontual, passa a orientar as decisões de consumo e amplia a expectativa por uma rotina sem esperas, imprevistos ou frustrações

Pedir uma comida diferente depois de um dia difícil, pagar por uma entrega mais rápida ou escolher uma experiência mais confortável são formas comuns de compensar o desgaste da rotina. Para quem pode pagar, porém, essas conveniências têm ocupado um espaço cada vez mais central no consumo. A pesquisa investiga como escolhas antes ocasionais podem se transformar em um padrão e alimentar a expectativa de que o cotidiano seja sempre prático, previsível e livre de atritos.

É justamente esse comportamento que a pesquisa “Status Quo do Me Mimei”, da Casa Mundo Latam, consultoria latino-americana especializada em inteligência de mercado, comportamento e tendências de consumo, buscou compreender. O levantamento ouviu 524 pessoas no Brasil, México, Colômbia e Argentina, em julho de 2026, para investigar como o cansaço tem transformado a relação dos latino-americanos com consumo, conforto e bem-estar. Disponível em: https://casamundolatam.com/estudo_status_quo. Os resultados mostram que 77% dos brasileiros consideram que ter uma vida com tempo para si, se tornou um privilégio.

Em uma rotina marcada por sobrecarga, a busca pelo conforto, praticidade ou pequenas recompensas pode representar uma forma legítima de cuidar de si. A pesquisa volta o olhar para outro movimento: quando essas escolhas deixam de ser ocasionais e passam a influenciar, cada vez mais, a forma como as pessoas consomem.

Quando o “eu mereço” vira rotina

É nesse contexto que ganha força a chamada economia do “eu mereço”. O estudo não questiona o direito de buscar prazer, conforto ou qualidade de vida. Pelo contrário. Em um cenário de cansaço permanente, pequenas recompensas podem funcionar como formas de cuidado e alívio. O alerta aparece quando essa lógica deixa de ser ocasional e passa a ocupar um espaço permanente nas decisões de consumo, influenciando a relação das pessoas com o dinheiro, com os imprevistos e até com a própria percepção do que é uma necessidade.

“Existe uma diferença entre escolher um mimo em determinados momentos e transformar essa recompensa em uma necessidade diária. O problema não está em querer conforto ou aproveitar uma experiência melhor. Ele aparece quando o cansaço se torna tão constante que consumir passa a ser uma das únicas formas disponíveis de sentir alívio. A sociedade repete que você trabalhou muito, está exausto e, por isso, merece alguma coisa. Quando esse discurso se torna permanente, ele também começa a influenciar a relação das pessoas com o dinheiro”, afirma Adriana Hack, fundadora e diretora executiva da Casa Mundo Latam.

A contradição aparece nos próprios resultados da pesquisa. Ao mesmo tempo em que a preocupação financeira lidera os fatores que mais pesam na rotina dos entrevistados, produtos e serviços capazes de oferecer mais conforto continuam sendo vistos como formas de reduzir o desgaste cotidiano. O dinheiro passa, assim, a ocupar dois lugares ao mesmo tempo: é fonte de preocupação e também um dos principais recursos utilizados para aliviar o estresse produzido pela própria rotina.

O básico virou premium

Os resultados apontam para uma transformação no significado do consumo premium. Se antes pagar mais estava associado principalmente à exclusividade ou ao status, hoje essa decisão aparece cada vez mais ligada ao desejo de reduzir atritos cotidianos e conquistar uma rotina mais confortável, previsível e segura.

Quando pagam mais por uma experiência melhor, 55% dos brasileiros afirmam buscar mais conforto, 51% querem evitar problemas, 49% procuram mais segurança e 37% desejam ganhar tempo. A exclusividade aparece na última posição, mencionada por 18% dos entrevistados. O estudo mostra que o consumo premium passou a estar menos associado à exclusividade e mais à tentativa de reduzir os atritos do dia a dia.

A percepção de que a qualidade de vida depende cada vez mais da capacidade de pagar também aparece em outro resultado. Para 52% dos brasileiros, experiências consideradas básicas funcionam mal justamente para incentivar a contratação de versões pagas ou premium. Somando aqueles que concordam parcialmente, esse percentual chega a 94%, reforçando a sensação de que aquilo que antes era considerado suficiente passou a exigir um investimento adicional.

“Durante muito tempo, o premium foi associado à distinção. Pagava-se mais para acessar algo exclusivo ou demonstrar determinado status. Hoje cresce outra lógica: pagar para evitar problemas. A fila, a espera, o atraso e o imprevisto passam a ser tratados como situações que podem ser evitadas por quem possui recursos. A tranquilidade também se transformou em produto”, analisa Adriana.

Essa percepção também aparece nas situações em que os entrevistados afirmam pagar mais para evitar estresse, espera ou imprevistos. A saúde lidera esse movimento, citada por 61% dos brasileiros, seguida por comida (44%), lazer (37%) e transporte por aplicativo (31%).

Entre qualidade de vida e ausência de fricção

Os resultados mostram, no entanto, que nem todo gasto adicional possui o mesmo significado. Em muitas situações, pagar mais representa acesso a condições básicas de qualidade de vida, como conseguir atendimento médico em menos tempo, alimentar-se melhor, cuidar da saúde ou conquistar mais segurança no dia a dia. Em outras, esse mesmo comportamento passa a refletir uma tentativa de eliminar qualquer espera, adaptação ou inconveniente da rotina.

É justamente essa mudança que a pesquisa busca compreender. Em uma rotina marcada pelo cansaço, buscar conforto pode representar cuidado, qualidade de vida e bem-estar. A reflexão começa quando essa busca deixa de atender necessidades legítimas e passa a criar a expectativa de que toda experiência cotidiana aconteça sem esperas, adaptações ou imprevistos.

“Uma coisa é pagar mais para conseguir um atendimento de saúde em um prazo razoável ou ter acesso a uma alimentação melhor. Outra é construir uma rotina na qual qualquer fila, conversa, espera ou mudança de planos se torna insuportável. A pesquisa coloca essas duas dimensões em discussão porque ambas aparecem dentro da busca por uma vida mais confortável”, explica Adriana.

Essa mudança de comportamento também acompanha transformações do mercado. Um levantamento da Kantar mostra que o preço médio dos produtos premium vendidos no Brasil cresceu 11,3% no terceiro trimestre de 2024. Mesmo assim, essas categorias registraram crescimento de 5,8% nas unidades vendidas, movimento observado especialmente nos segmentos de bebidas e higiene e beleza.

Nos serviços digitais, recursos como maior resolução de imagem, áudio imersivo e ausência de anúncios também costumam ficar restritos aos planos mais caros. Em muitos casos, a versão premium deixa de representar apenas um benefício adicional e passa a ser percebida como o caminho para acessar uma experiência considerada completa.

Uma vida cada vez mais previsível

A busca permanente por experiências rápidas, personalizadas e previsíveis também pode alterar a forma como as pessoas lidam com os imprevistos e com as relações do cotidiano. Recursos que permitem escolher previamente a temperatura de um carro, evitar conversas durante um trajeto, reduzir filas ou receber produtos quase imediatamente oferecem conveniência e praticidade, mas também reforçam a expectativa de que toda experiência possa ser controlada.

“O mimo eventual pode representar prazer, recompensa e cuidado. A armadilha aparece quando toda situação precisa ser otimizada, personalizada ou transformada em uma experiência premium. Quando a pessoa passa a pagar para não esperar, não conversar, não se adaptar ou não lidar com nenhum imprevisto, o conforto deixa de ser uma escolha pontual e passa a organizar sua relação com o mundo”, afirma Adriana.

Nesse contexto, uma experiência sem atritos também pode significar uma experiência com menos contato humano. Atividades que envolvem conversa, negociação, espera ou adaptação passam a ser percebidas como obstáculos que precisam ser eliminados, reduzindo a tolerância a situações que sempre fizeram parte da convivência cotidiana.

Em uma sociedade cada vez mais cansada, buscar conforto não é o problema. A pesquisa “Status Quo do Me Mimei” sugere que a reflexão começa quando o alívio deixa de ser um momento pontual e passa a orientar a forma como consumimos. Quando isso acontece, experiências mais confortáveis deixam de parecer um agrado ocasional e passam a ser percebidas como parte do que consideramos necessário para viver bem.

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O cansaço não é da Inteligência Artificial. É da papagaiada. https://appvaledoparaiba.com.br/2026/07/16/o-cansaco-nao-e-da-inteligencia-artificial-e-da-papagaiada/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/07/16/o-cansaco-nao-e-da-inteligencia-artificial-e-da-papagaiada/#respond Thu, 16 Jul 2026 19:30:15 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25115 Por Lara Barbosa*

Você provavelmente cruzou com algum manifesto “anti-IA” no seu feed essa semana.

Eles vêm fantasiados de valorização do trabalho humano, com uma estética bonita, analógica e cheia de poesia. E eu entendo o apelo. Eu também sou completamente a favor de valorizarmos o que é feito por mãos humanas.

Mas se a gente afastar o romantismo desse discurso por dois minutos e olhar para o mercado real, a verdade é bem mais incômoda: existe uma linha muito tênue entre defender o fator humano e usar o cansaço como desculpa para a alienação.

É too much você ser um profissional de comunicação hoje e encher o peito para dizer que simplesmente ignora a Inteligência Artificial. É extremismo. E, no limite, hipocrisia.

E não me entenda mal: a tecnologia tem um lado sombrio e urgente que precisa de debate. Na mesma proporção em que ela ajuda, ela destrói. Quantas mulheres têm suas imagens roubadas e manipuladas diariamente para gerar fotos falsas que violam suas integridades? Quantos protestos de designers, ilustradores e fotógrafos contra o plágio em massa que alimenta essas ferramentas precisam existir? A resistência artística é legítima. Isso é a ponta de um iceberg assustador.

Mas se o artista tem o direito e o dever de proteger a autoria, o gestor de comunicação, que lida com budgets, viabilidade e o futuro de marcas, não tem o luxo do apagão tecnológico.

Permita-se deslumbrar pelo o que a IA tem a te oferecer, mas não a se acomodar a ponto de achar que ela é a solução para todos os seus problemas. Problema humano é diferente de problema de máquina. Mas ambos precisam de mãos humanas para solucionar.

E o meu ponto aqui parte justamente da nossa postura profissional diante disso.

O dia em que precisei me olhar no espelho

Eu faço parte de uma associação de profissionais de propaganda. Nós organizamos palestras, debates e eventos para o mercado. E, recentemente, durante o planejamento dos nossos próximos encontros, eu soltei o argumento clássico:

“Gente, chega de IA. Não vamos colocar mais nenhuma palestra sobre isso. O público está exausto desse assunto.”

Parecia um pensamento óbvio. Mas quando cheguei em casa, ele ficou martelando na minha cabeça até virar uma autorreflexão dolorosa:

Eu estou dizendo que cansei de ouvir palestras sobre IA… mas eu sequer compreendo a fundo o impacto estratégico dessa ferramenta no ecossistema.

Como posso me recusar a entender a dinâmica de algo que está redefinindo o mercado, sendo que eu ainda tenho tanto para decifrar sobre as suas reais consequências?

A história nos mostra que a massa que se recusa a estudar é sempre a primeira a ser manipulada, descartada e esquecida. Quando adoto um discurso de negação cega a ponto de não querer entender o cenário, eu escolho a obsolescência.

A verdade sobre a nossa exaustão

A real é que a gente não cansou da Inteligência Artificial em si. A gente cansou do mau uso dela.

A gente cansou de investir quatro horas do nosso dia em um evento para ouvir cinco palestrantes diferentes repetirem, de forma quase robótica: “O segredo do futuro é saber fazer a pergunta certa”.

Tá. E o que eu faço com essa frase de efeito?

Quais são as aplicações reais no meu dia a dia de agência ou departamento de marketing?

Como isso otimiza processos reais e protege a integridade criativa?

O mercado cansou de papagaios vestindo alfaiataria, subindo em palcos de eventos caros apenas porque conseguiram acesso a um microfone para repetir conceitos óbvios que leram em um artigo rápido de internet.

Gourmetização do óbvio.

Se o seu receio é ver a comunicação perder o diferencial competitivo para a automação, use a sua maior habilidade humana: o senso crítico e o repertório de mundo. Selecione a quem você doa o seu tempo. Escolha a dedo quais informações e quais profissionais vão alugar os seus ouvidos.

Focar no repertório humano, nos livros, no cinema e na rua é onde mora o verdadeiro valor diferenciado. Mas não use o excesso de ruído do mercado como desculpa para estacionar a sua visão estratégica.

Compreenda o cenário, estude o impacto e ganhe bagagem real.

Só quem conhece a mecânica do monstro de perto tem a propriedade de decidir exatamente quando usá-lo e, principalmente, quando deixá-lo fora da mesa. O resto é barulho de quem preferiu fechar os olhos e papagaiar do outro lado da moeda.

*Lara Barbosa é publicitária, Estrategista de mídias sociais, Docente na Anhanguera Taubaté e Diretora Regional da APP Vale.

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Nos negócios, dados sem interpretação não viram estratégia https://appvaledoparaiba.com.br/2026/06/04/nos-negocios-dados-sem-interpretacao-nao-viram-estrategia/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/06/04/nos-negocios-dados-sem-interpretacao-nao-viram-estrategia/#respond Thu, 04 Jun 2026 14:26:00 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25111 Por Juliana Saboia*

Empresas acumulam dashboards, relatórios e ferramentas, mas o problema raramente é a falta de informação, e sim a forma como os profissionais lidam com ela

No início de um projeto recente, na reunião de diagnóstico, o cliente chegou com dados. Vários. Número de clientes atual e o que queriam atingir. Faturamento do ano anterior e projeção para este ano. Métricas de redes sociais, indicadores comerciais, alguma coisa financeira. Estava tudo ali, aberto na tela. Só que o que não estava era a conexão entre eles. Cada número existia no seu próprio quadrante, sem diálogo com os outros e sem vínculo com nenhuma decisão estratégica. Não era bagunça por desorganização, era bagunça por ausência de pergunta.

Não me surpreendeu. Pelo contrário, até surpreenderia se fosse diferente. O que vejo com consistência, em empresas de portes e setores distintos, é isso: ou não há dado nenhum, ou há dados demais de uma área específica, normalmente do comercial ou de redes sociais, mas soltos, sem lógica de uso e sem conexão com o que a empresa precisa decidir.

O dado não decide nada sozinho

Existe uma confusão estrutural que tem custado caro a muitas organizações: tratar dado como sinônimo de inteligência. E não, eles não são a mesma coisa.

Dado é registro, mostra o que aconteceu, em que volume, em qual período. É o ponto de partida, não o destino. Insight é a interpretação do dado dentro de um contexto específico. Até porque, o mesmo número pode significar coisas diferentes dependendo do mercado, do momento e da pergunta que se está fazendo.

Neste cenário, a decisão é a escolha que emerge dessa interpretação, com todas as suas implicações, riscos e oportunidades.

O problema é que grande parte das empresas investe muito na coleta e pouco na interpretação. Ferramentas sofisticadas, dashboards bem construídos, indicadores em tempo real. Mas quando chega a hora de decidir, a pergunta fica sem resposta, porque ninguém sabe o que aquilo significa para o negócio.

Mais dados, mesma paralisia

O relatório CMO Outlook 2026, da NielsenIQ, aponta que 74% dos CMOs estão sob pressão crescente para provar o ROI do marketing. Ao mesmo tempo, a fragmentação das fontes de dados é apontada como um dos principais obstáculos à tomada de decisão.

As empresas não estão sofrendo de escassez. Estão sofrendo de ruído.

Quando o volume de informação cresce mais rápido do que a capacidade de interpretá-la, o efeito é previsível: as decisões passam a ser tomadas por intuição disfarçada de dados. O gestor escolhe o número que confirma o que já achava. O relatório vira argumento, não balizador.

Isso tem um nome na literatura de ciências comportamentais: viés de confirmação. E ele se intensifica justamente quando há excesso de informação disponível, porque a mente precisa filtrar, e filtra pelo que já acredita. Boa parte das empresas que acompanho chega à pesquisa de mercado com uma demanda por resposta. Querem confirmar uma hipótese, validar um produto, entender o NPS. São perguntas legítimas, mas operam na superfície do problema.

A inteligência de mercado que orienta decisão começa antes disso.

Começa na qualidade da pergunta.

O que estamos tentando entender de verdade? Qual a decisão que precisamos tomar e que informação mudaria nosso curso se ela fosse diferente do que esperamos?

Quando a pergunta é certa, o dado encontra seu lugar. Ele deixa de ser um painel decorativo e passa a ser um argumento dentro de um raciocínio estratégico. A interpretação não é subjetiva, é metodológica. E é justamente o que separa a empresa que decide com clareza da que decide no escuro, rodeada de gráficos.

Clareza não é simplicidade

Há uma confusão recorrente entre simplificar e clarificar. Simplificar é reduzir a complexidade, muitas vezes eliminando o que é essencial. Clarificar é tornar a complexidade inteligível, sem trair a sua natureza. Mercado é complexo. Comportamento é complexo. Decisão estratégica também é.

O papel da inteligência de mercado não é eliminar essa complexidade. É oferecer uma leitura estruturada o suficiente para que a liderança consiga agir com direção.

Na Palco, trabalhamos com um princípio que orienta cada projeto: dado sem interpretação não é insumo estratégico. É apenas registro. A passagem de registro para direção exige método, contexto e a capacidade de conectar o que o mercado está sinalizando com as decisões que a empresa precisa tomar.

No fim, a questão não é ter mais dados. É saber o que fazer com eles. E essa é uma competência que nenhuma ferramenta entrega pronta.

*Juliana Saboia é Sócia da Palco Inteligência de Negócios e Mestre em Administração e especialista em Marketing

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Doses de Mercado debate impactos da Inteligência Artificial no planejamento e na criação publicitária https://appvaledoparaiba.com.br/2026/05/27/doses-de-mercado-debate-impactos-da-inteligencia-artificial-no-planejamento-e-na-criacao-publicitaria/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/05/27/doses-de-mercado-debate-impactos-da-inteligencia-artificial-no-planejamento-e-na-criacao-publicitaria/#respond Wed, 27 May 2026 14:04:37 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25106 A segunda edição do Doses de Mercado reuniu profissionais, estudantes, empresários e representantes do setor de comunicação do Vale do Paraíba em uma noite dedicada à reflexão sobre os impactos e possibilidades da Inteligência Artificial aplicada ao mercado de propaganda, marketing e comunicação.

Promovido pela APP Vale — Associação dos Profissionais de Propaganda do Vale do Paraíba — o encontro aconteceu no Auditório do Sincomercio, em São José dos Campos, e reforçou a proposta do evento de funcionar como um “suplemento vitamínico” para o mercado regional, estimulando atualização profissional, networking e troca de conhecimento entre os participantes.

Com o tema “Inteligência Artificial aplicada a Planejamento e Criação”, o evento contou com duas palestras centrais, abordando de forma prática e estratégica como as ferramentas de IA vêm transformando as rotinas e processos das agências e departamentos de comunicação.

Na primeira apresentação da noite, Yasmin Duarte, diretora de marketing digital da Área Comunicação, falou sobre o uso da Inteligência Artificial no planejamento estratégico. Entre os principais pontos abordados estiveram o excesso de informações disponível atualmente e a necessidade de interpretação qualificada dos dados. A palestrante destacou que o diferencial competitivo já não está apenas no acesso às informações, mas na capacidade de identificar caminhos, tendências e oportunidades a partir delas.

Yasmin também apresentou aplicações da IA em pesquisa, execução de processos criativos, antecipação de cenários e desenvolvimento de estratégias preditivas, ressaltando que o planejamento contemporâneo exige preparação para múltiplos futuros possíveis. Segundo ela, “o futuro não pertence à IA, mas a quem souber interpretar inteligência”.

Na sequência, Guilherme Meneghetti conduziu a palestra sobre criação publicitária e Inteligência Artificial, trazendo reflexões sobre o papel da tecnologia nos processos criativos. Durante a apresentação, destacou que a IA deve ser entendida como ferramenta de amplificação da criatividade humana, e não como substituta do pensamento criativo.

Entre os insights compartilhados pelo palestrante estiveram conceitos relacionados à direção criativa, elaboração de prompts e equilíbrio entre velocidade e qualidade criativa. “A IA não cria. O profissional cria e a tecnologia amplifica”, afirmou Guilherme ao discutir a importância do repertório, da visão estratégica e da curadoria humana no desenvolvimento de campanhas e conteúdos.

De acordo com a organização, o resultado da segunda edição do Doses de Mercado reforça a relevância de iniciativas voltadas à qualificação contínua dos profissionais da comunicação, especialmente em um cenário marcado pela rápida transformação tecnológica e pela crescente integração entre criatividade, dados e inteligência artificial.

A APP Vale destaca que novas edições do Doses de Mercado já estão em planejamento, mantendo o compromisso de fomentar o desenvolvimento do ecossistema de comunicação, propaganda e marketing do Vale do Paraíba.

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Inteligência Artificial aplicada à comunicação é tema da nova edição do Doses de Mercado, da APP Vale https://appvaledoparaiba.com.br/2026/05/18/inteligencia-artificial-aplicada-a-comunicacao-e-tema-da-nova-edicao-do-doses-de-mercado-da-app-vale/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/05/18/inteligencia-artificial-aplicada-a-comunicacao-e-tema-da-nova-edicao-do-doses-de-mercado-da-app-vale/#respond Mon, 18 May 2026 11:48:04 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25101 A inteligência artificial já deixou de ser tendência para se tornar ferramenta estratégica no mercado de comunicação. E é justamente esse o foco da segunda edição de 2026 do Doses de Mercado, iniciativa promovida pela APP Vale — Associação dos Profissionais de Propaganda do Vale do Paraíba — que acontece no próximo dia 26 de maio, em São José dos Campos.

Com o conceito de ser um “suplemento vitamínico para o mercado de comunicação do Vale do Paraíba”, o Doses de Mercado tem como objetivo aproximar empresas, empresários, profissionais e consumidores da área de comunicação, promovendo desenvolvimento profissional, networking e geração de negócios nos segmentos de propaganda, marketing e comunicação.

Nesta edição, o evento traz como tema central o uso da inteligência artificial para potencializar atividades de planejamento e criação publicitária — duas áreas fundamentais para o presente e o futuro do setor.

A programação contará com duas palestras especiais. A primeira será conduzida por Yasmin Duarte, diretora de marketing digital na Área Comunicação, que abordará o tema “Planejamento e Inteligência Artificial”. Com dez anos de experiência em marketing, Yasmin possui trajetória voltada à integração entre branding, performance e análise de dados, tendo atuado com marcas nacionais e internacionais como Magazine Luiza, Guaraná Antarctica, Grupo Bimbo e Louis Vuitton (Clarins).

Na sequência, o público acompanha a palestra “Criação e Inteligência Artificial”, ministrada por Guilherme Meneghetti, coordenador de criação e conteúdo digital do Crea-SP. Formado em Comunicação e Multimeios, com especialização em criação publicitária e jornalismo digital, Guilherme acumula experiência em conteúdo, moda e publicidade, tendo trabalhado com marcas como Einstein, Renner, Avenue e Paketá.

Segundo a organização, a proposta do Doses de Mercado é criar um ambiente de troca de conhecimento, atualização profissional e fortalecimento do ecossistema de comunicação da região. A escolha da inteligência artificial como tema reflete a crescente transformação do mercado e a necessidade de profissionais e empresas compreenderem como utilizar essas ferramentas de forma estratégica, criativa e competitiva.

O evento será realizado no Auditório do Sincomercio, em São José dos Campos, das 19h às 21h30. As inscrições já estão abertas.

Serviço
Doses de Mercado — Inteligência Artificial aplicada a Planejamento e Criação

Data: 26 de maio de 2026
Horário: das 19h às 21h30
Local: Auditório do Sincomercio — São José dos Campos
Realização: APP Vale

INCRIÇÕES AQUI

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Como o DOOH se tornou uma mídia cada vez mais crescente em ambientes de espera positiva https://appvaledoparaiba.com.br/2026/02/24/como-o-dooh-se-tornou-uma-midia-cada-vez-mais-crescente-em-ambientes-de-espera-positiva/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/02/24/como-o-dooh-se-tornou-uma-midia-cada-vez-mais-crescente-em-ambientes-de-espera-positiva/#respond Tue, 24 Feb 2026 12:41:31 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25088 Atenção, presença física e inteligência com o uso de dados (integração com outras mídias) são alguns valores do DOOH, considerado a evolução da mídia exterior tradicional que entrega, além de painéis estáticos, telas digitais em ambientes de grande circulação.

Essa revolução se deve à versatilidade desse tipo de mídia, como a possibilidade de troca do criativo durante uma campanha, segmentação por local, horário, clima e até fluxo de pessoas. Isso além da convergência com dados que auxiliam na mensuração; e a integração com estratégicas omnichannel, que conecta a mídia física com mobile, social e performance.

A certeza de um alcance massivo, impacto visual e dados faz com que a mídia DOOH faça parte de um mercado crescente, o qual deve alcançar – junto a mídia OOH – cerca de US$ 520,5 milhões em investimento em 2026, crescendo para cerca de US$ 637,5 milhões até 2031, com o DOOH superando 52% da participação de mercado. (Fonte: Mordor Intelligence)

DOOH NAS ACADEMIAS E SALÕES DO BRASIL

Presentes em shoppings, elevadores, aeroportos, metrôs, supermercados e prédios corporativos, a mídia DOOH se reinventou nos últimos anos e adentrou em espaços como academias, salões de beleza e barbearias em todo o Brasil.

Segundo o empresário Felipe Viante, presidente da ABOOH e sócio da b.drops (o maior canal de DOOH especializado em ambientes de autocuidado e bem-estar), “a mídia nesses ambientes permite ir além do óbvio, com oportunidades para marketing de experiência, comunicação interna, conteúdos proprietários de entretenimento e até mesmo uma renda extra para os donos desses estabelecimentos.”

“A verdade é que o DOOH nesses ambientes propicia o impacto com o público de maneira assertiva e eficiente, uma vez que ele está e um momento de ‘espera positiva’, ou seja, quando ele está disposto a receber sua mensagem.” – ressalta Felipe Viante, da ABOOH e da b.drops.

O SUCESSO DO DOOH MAIS DO QUE PRESENTE

Em um mercado onde 71% das empresas brasileiras afirmam aumentar seus investimentos em DOOH nos próximos meses (Fonte: Meio&Mensagem), o sucesso é mais do que comprovado, indicando confiança no crescimento do canal.

“A gente sente o crescimento do mercado nos últimos anos. Fruto disso é a nossa presença em 23 estados (além do DF) em mais de 160 cidades com mais de 7.500 telas, número esse cada vez mais crescente, comprovando assim a eficiência da mídia DOOH em ambientes de espera positiva”, finaliza Felipe Viante.

TODO MUNDO GANHA NO DOOH

Em suma, a mídia DOOH se solidifica como uma excelente opção para quem busca assertividade, mensuração e impacto de verdade. Do outro lado, o público final também se beneficia com uma mídia que entrega conteúdo relevante, comunicação assertiva e entretenimento, tudo em um ambiente de espera positiva.

Por fim, os donos de academias, salões e barbearias ganham, além de um novo canal para se comunicar, uma renda extra para seus estabelecimentos. Tudo isso com uma mídia versátil, cada vez mais crescente e de confiança dos anunciantes, que sabem – por sua vez – que o retorno é certo, e o sucesso, garantido.

Fonte: Creativosbr

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A força descentralizada da Creator Economy: creators de cidades pequenas avançam no mercado de influência https://appvaledoparaiba.com.br/2026/02/03/a-forca-descentralizada-da-creator-economy-creators-de-cidades-pequenas-avancam-no-mercado-de-influencia/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/02/03/a-forca-descentralizada-da-creator-economy-creators-de-cidades-pequenas-avancam-no-mercado-de-influencia/#respond Tue, 03 Feb 2026 12:15:36 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25083 Com 1 em cada 6 creators vivendo fora dos grandes centros, regiões menores revelam novos talentos, dores próprias e grande desejo de profissionalização.

A Creator Economy é um mercado em expansão não só econômica, mas geográfica. Longe de ser uma dinâmica restrita às capitais e aos grandes centros urbanos, esse modelo de negócio tem ganhado força em regiões menores — e o mapa dos criadores brasileiros deixa isso evidente. Prova disso é que 1 a cada 6 creators respondentes da pesquisa Creator POV 2025, da BrandLovers, reside hoje em uma zona rural ou em cidades com até 100 mil habitantes.

Apesar de 46% já terem uma experiência de, pelo menos, três anos na área, é interessante notar o movimento de novos entrantes: quase 20% dos pesquisados começaram a desempenhar esse papel há menos de 1 ano. “Se, por um lado, podemos ler esse dado como um sinal de que o mercado é menos maduro fora dos grandes centros, por outro, enxergamos uma oportunidade de fortalecer a expansão e oxigenação do próprio mercado. Ou seja, ao que tudo indica, o interior pode se tornar a nova porta de entrada para o crescimento da Creator Economy”, analisa Rapha Avellar, fundador e CEO da BrandLovers.

Quando observamos em quais plataformas esses creators têm mais seguidores, o retrato reforça a maturidade digital do grupo. Mesmo vivendo longe dos grandes centros, eles seguem a dinâmica nacional da Creator Economy: o Instagram lidera com ampla vantagem, reunindo 70% dos perfis, seguido pelo TikTok, presente em 26% dos casos. YouTube, Kwai e Facebook aparecem de forma residual — um indicativo de que, independentemente do tamanho da cidade, os creators brasileiros operam dentro dos mesmos ecossistemas de influência que moldam tendências no país.

Já na investigação das principais dores e desafios, surge um quadro que se diferencia do cenário nacional. Embora questões comuns à Creator Economy apareçam — como lidar com algoritmos (tema citado por 65% deles) e encontrar parcerias relevantes (58%) —, chama a atenção uma dificuldade diretamente ligada à realidade local. Para os criadores residentes de zonas rurais ou cidades pequenas, o acesso a equipamentos, softwares e infraestrutura técnica é o 4º maior obstáculo. No cenário nacional, esse desafio aparece na 5ª posição.

As maiores dores e desafios de quem cria conteúdo no interior

1º — Lidar com os algoritmos das plataformas

2º — Encontrar parcerias relevantes

3º — Concorrência acirrada com outros criadores de conteúdo

4º — Dificuldades técnicas na produção de conteúdo (equipamentos, software, infraestrutura)

5º — Manter uma rotina consistente de criação

6º — Falta de tempo para produzir conteúdo

7º — Burnout ou sobrecarga

8º — Dificuldade em diversificar o tipo de conteúdo

Por outro lado, o ranking nacional apresenta o desafio de manter uma rotina consistente de criação como a 3ª grande barreira, algo que surge apenas na 5ª posição da lista dos creators do interior. “As dificuldades são influenciadas também por fatores geográficos, estruturais e socioeconômicos, que moldam de forma muito diferente a dinâmica e as condições de trabalho de quem vive fora dos grandes centros”, comenta Avellar.

Independentemente das dificuldades, esses creators demonstram forte compromisso com o futuro da profissão: 91% afirmam que pretendem seguir criando nos próximos três anos. Na hora de escolher marcas para fechar parceria, as prioridades também ajudam a revelar o que guia esse grupo. A qualidade dos produtos e a relevância para o seu público ocupam as duas primeiras posições do ranking, enquanto a afinidade com os valores e o propósito da marca aparece logo em seguida — à frente de fatores como remuneração justa, reputação ou liberdade criativa.

Esse movimento contrasta com o ranking nacional, no qual a remuneração figura entre os três principais fatores de decisão, indicando que, no interior, identificação e alinhamento cultural têm peso ainda maior nas relações entre creators e marcas.

Ao refletir sobre o papel crescente desse grupo dentro da Creator Economy brasileira, Avellar entende que estamos vendo o surgimento de uma força descentralizada, com perspectiva de longo prazo e alto potencial de impacto cultural. “Eles representam uma nova fronteira de crescimento para marcas, plataformas e para o próprio ecossistema de influência no país.”

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Associação de Marketing Promocional destaca capacidades, habilidades e caminhos para quem deseja ingressar no setor https://appvaledoparaiba.com.br/2026/02/02/associacao-de-marketing-promocional-destaca-capacidades-habilidades-e-caminhos-para-quem-deseja-ingressar-no-setor/ https://appvaledoparaiba.com.br/2026/02/02/associacao-de-marketing-promocional-destaca-capacidades-habilidades-e-caminhos-para-quem-deseja-ingressar-no-setor/#respond Mon, 02 Feb 2026 12:25:14 +0000 https://appvaledoparaiba.com.br/?p=25076 Live marketing responde por quatro em cada dez vagas formais criadas no país nos últimos dois anos

O início do ano costuma impulsionar a busca por recolocação ou pelo primeiro emprego, e o live marketing — ou marketing de experiência — desponta como um dos setores com maior concentração de oportunidades no mercado de comunicação.

Nos últimos dois anos, o segmento foi responsável por cerca de 25 milhões de postos de trabalho diretos e indiretos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o equivalente a quatro em cada dez vagas formais criadas no país.

Impulsionado pelo crescimento de iniciativas como eventos, ativações de marca e experiências presenciais, o live marketing vem ampliando sua participação no breakdown dos investimentos em marketing. O movimento reflete a preferência crescente das marcas por ações que conectam pessoas, conteúdos e experiências de forma direta, com diferentes objetivos — de awareness a conversão, relacionamento e impacto social. Pesquisas de mercado, relatórios internacionais e o reconhecimento em prêmios da indústria reforçam essa tendência.

Para orientar quem deseja ingressar nesse ecossistema, a AMPRO — Associação de Marketing Promocional destaca alguns pontos-chave.

“O live marketing é um setor que combina estratégia, execução e relacionamento, com forte orientação a resultados. Mais do que perfis prontos, o mercado valoriza capacidades, disposição para aprender e entendimento do negócio”, afirma Heloisa Santana, presidente executiva da entidade.

Capacidades e conhecimentos mais demandados
O setor concentra oportunidades em áreas como criação, planejamento, produção, operações, tecnologia, dados e gestão de projetos. Além de criatividade aplicada, as empresas buscam profissionais com forte capacidade de execução, leitura de números e indicadores de desempenho, além de entendimento básico de aspectos tributários e jurídicos — diferenciais relevantes pela natureza das verticais do live marketing, que envolvem eventos, incentivos, promoções e ativações complexas.

Conhecimentos em marketing, comunicação integrada e ferramentas digitais seguem importantes, mas ganham ainda mais valor quando combinados à visão de negócio e à responsabilidade operacional.

Caminhos para entrar na área
Cursos de especialização, estágios e programas de formação continuam sendo portas de entrada relevantes para quem está no início da carreira. A participação em eventos do setor, iniciativas educacionais, premiações e ações de networking também é fundamental para ampliar o contato com empresas e profissionais que já atuam no mercado.

Como construir portfólio
Mesmo sem experiência formal, é possível desenvolver portfólio por meio de projetos acadêmicos, trabalhos freelancers, ações voluntárias ou participação em ativações e eventos. Essas iniciativas ajudam a demonstrar, na prática, capacidade de inovação, planejamento, execução, entendimento de objetivos e análise do impacto das ações — competências centrais no live marketing.

Como parte desse movimento de aproximação entre empresas e novos talentos, a AMPRO mantém a plataforma AMPRO Vagas e Talentos, dedicada exclusivamente ao mercado de live marketing. O cadastro de vagas e currículos pode ser realizado neste link.

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